Vila da Ribeira Brava, 20 Fev (Inforpress) – O relatório escrito das actividades da Câmara Municipal da Ribeira Brava referente a 2007 foi apreciado, terça-feira, pela Assembleia Municipal, tendo os deputados das duas bancadas (MpD e PAICV) divergido, uma vez mais, na avaliação que cada uma tem feito do desempenho da equipa camarária de Amílcar Spencer Lopes.
Os deputados da situação não pouparam elogios ao trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal, sustentando a sua avaliação em obras realizadas, enquanto os da oposição consideram que o “desempenho foi fraco” e que “as expectativas ficaram muito aquém do esperado”.
Para a Câmara Municipal, o plano de actividades aprovado pela Assembleia Municipal, para o ano de 2007, “foi cumprido na sua globalidade, escapando, obviamente, uma ou outra questão que, por razões de falta de meios, escassez de mercado (de mercadorias e de mão-de-obra especializada) ou de colaboração institucional não foi possível realizar.”
O referido relatório enumera um conjunto de realizações levadas a cabo em todas as localidades do município da Ribeira Brava, abrangendo sectores como os de infra-estruturas, ordenamento do território e protecção civil, água, saneamento, saúde pública e ambiente, educação, juventude e formação profissional, desporto e cultura.
A intervenção da Câmara Municipal na reabilitação e requalificação de vários espaços públicos na vila da Ribeira Brava, a ligação domiciliária de água em povoações como Cachaço, Lompelado, Pico Agudo, Fajã de Baixo, Talho e Belém, e a reabilitação de casas de pessoas carenciadas em várias localidades do município mereceram, entretanto, os maiores encómios dos deputados municipais do MpD, na sua apreciação ao relatório de actividades da edilidade ribeirabravense com relação ao ano de 2007, tendo em conta o impacto de algumas dessas acções na melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Comunidade Queimadas com vida facilitada quanto ao abastecimento água
Vila da Ribeira Brava, 19 Fev (Inforpress) – A comunidade de Queimadas vai ter a sua vida facilitada quanto ao abastecimento de água, graças a um projecto de adução que levará o precioso líquido a mais de uma centena de domicílios locais.
Dos 112 domicílios previstos nesse projecto, mais de cinquenta por cento já tem água a jorrar nas suas torneiras.
A rede mãe de distribuição de água foi inaugurada sábado, tendo o acto contado com as presenças do secretário de Estado da Juventude e Desportos, Américo Soares Nascimento, e do edil da Ribeira Brava, Amílcar Spencer Lopes.
Trata-se de um projecto da Associação Agro-pecuária de Desenvolvimento de Queimadas (APDQ) e enquadra-se no Programa de Luta contra a Pobreza no Meio Rural (PLPR). Com um orçamento que ascende os 9 mil 730 contos, a execução global do referido projecto ficará por menos de 6 mil e 500 contos, graças a um forte envolvimento da comunidade de Queimadas.
Os financiadores do projecto são a APDQ/Comunidade beneficiaria, 51 por cento; Ministério do Ambiente e Agricultura, 29 por cento, e PLPR, 19 por cento. A execução do projecto está a cargo da própria Associação Agro-pecuária de Desenvolvimento de Queimadas e conta com a assistência técnica do Serviço Autónomo de Água da Ribeira Brava.
No âmbito do referido projecto foram construídos dois reservatórios de água e instalada uma rede de adução com uma extensão de mil e seiscentos metros.
O projecto incluiu ainda a aquisição de electrobomba, contadores, torneiras, entre outros equipamentos.
O abastecimento de água à comunidade de Queimadas faz-se a partir de Fajã, com a água da galeria.
Dos 112 domicílios previstos nesse projecto, mais de cinquenta por cento já tem água a jorrar nas suas torneiras.
A rede mãe de distribuição de água foi inaugurada sábado, tendo o acto contado com as presenças do secretário de Estado da Juventude e Desportos, Américo Soares Nascimento, e do edil da Ribeira Brava, Amílcar Spencer Lopes.
Trata-se de um projecto da Associação Agro-pecuária de Desenvolvimento de Queimadas (APDQ) e enquadra-se no Programa de Luta contra a Pobreza no Meio Rural (PLPR). Com um orçamento que ascende os 9 mil 730 contos, a execução global do referido projecto ficará por menos de 6 mil e 500 contos, graças a um forte envolvimento da comunidade de Queimadas.
Os financiadores do projecto são a APDQ/Comunidade beneficiaria, 51 por cento; Ministério do Ambiente e Agricultura, 29 por cento, e PLPR, 19 por cento. A execução do projecto está a cargo da própria Associação Agro-pecuária de Desenvolvimento de Queimadas e conta com a assistência técnica do Serviço Autónomo de Água da Ribeira Brava.
No âmbito do referido projecto foram construídos dois reservatórios de água e instalada uma rede de adução com uma extensão de mil e seiscentos metros.
O projecto incluiu ainda a aquisição de electrobomba, contadores, torneiras, entre outros equipamentos.
O abastecimento de água à comunidade de Queimadas faz-se a partir de Fajã, com a água da galeria.
Jovens aprendem a produzir papel a partir fibras vegetais
Vila da Ribeira Brava, 14 Fev (Inforpress) – Onze jovens das diferentes localidades circunvizinhas ao Parque Natural de Monte Gordo (PNMG) aprenderam, esta semana, a reciclar papel e a produzir este material a partir de fibras vegetais, designadamente bagaço de cana e troço de bananeira.
A formação foi promovida no âmbito do projecto do PNMG e enquadra-se nas preocupações dos seus responsáveis em capacitar as comunidades locais para a produção de artefactos artesanais, susceptíveis de despertar o interesse dos locais, emigrantes e turistas que visitam a ilha e o parque.
Com a formação desta semana, a direcção do PNMG espera que os jovens, aos quais foram transmitidos conhecimentos e técnicas de reciclar e produzir papel, a partir de materiais locais, “venham a encarar com profissionalismo essa nova forma de gerar rendimentos”, a fim de melhorarem a sua qualidade de vida e “multiplicar as técnicas aprendidas de forma a não deixar cair em desuso conhecimentos antigos”.
Trata-se da quarta acção de formação que a direcção do referido parque promove para capacitar as comunidades que vivem na área do parque, sobretudo os jovens, a desenvolverem actividades geradoras de rendimento e poderem ganhar assim algum dinheiro com o eco turismo.
Nesse quadro, a direcção do PNMG já promoveu acções de formação nos domínios da gestão associativa, corte e costura e cestaria, beneficiando 76 pessoas, na sua grande maioria jovens.
A formação foi promovida no âmbito do projecto do PNMG e enquadra-se nas preocupações dos seus responsáveis em capacitar as comunidades locais para a produção de artefactos artesanais, susceptíveis de despertar o interesse dos locais, emigrantes e turistas que visitam a ilha e o parque.
Com a formação desta semana, a direcção do PNMG espera que os jovens, aos quais foram transmitidos conhecimentos e técnicas de reciclar e produzir papel, a partir de materiais locais, “venham a encarar com profissionalismo essa nova forma de gerar rendimentos”, a fim de melhorarem a sua qualidade de vida e “multiplicar as técnicas aprendidas de forma a não deixar cair em desuso conhecimentos antigos”.
Trata-se da quarta acção de formação que a direcção do referido parque promove para capacitar as comunidades que vivem na área do parque, sobretudo os jovens, a desenvolverem actividades geradoras de rendimento e poderem ganhar assim algum dinheiro com o eco turismo.
Nesse quadro, a direcção do PNMG já promoveu acções de formação nos domínios da gestão associativa, corte e costura e cestaria, beneficiando 76 pessoas, na sua grande maioria jovens.
Fraude na Covoada: MpD reage a artigo de Mário Matos (direito de resposta)
A Comissão Política Concelhia do MpD na Ribeira Brava, em S. Nicolau leu e analisou, com atenção, o artigo panfletário do senhor Mário Matos (MM) publicado pela A semana on line, em 09-02-08, sob o título de “Alerta aos Ribeirabravenses”, contra o MpD e o seu candidato à Câmara Municipal de Ribeira Brava, na linha e com a mesma matriz, aliás, da notícia sob o título “S. Nicolau: PAICV reage sobre o caso da Covoada”, publicada no mesmo site, em 07-02-08.
Precisamente, por se tratar de um ataque virulento, mas estratégica e calculistamente pensado contra o candidato anunciado do MpD, àquele Município, o MpD pensa poder e dever exercer o direito de resposta ao artigo em referência, da mesma maneira que o senhor MM teve e tem o direito, democrático, de se colocar ao lado dos seus apaniguados, do seu Partido e dos seus candidatos e protegidos. Aliás, o senhor MM é dirigente do PAICV e seu Secretário para a Europa. Logo, com responsabilidades da primeira ordem, na condução e actual derrocada do seu Partido.
O MpD compreende, perfeitamente, a frustração e os traumas do senhor MM, possivelmente, resultantes do seu estado de saúde debilitada e periclitante. Porém, nem a doença nem a morbidez, justificam o fel, a hipocrisia e a desinformação destilados por MM, no seu alerta, referido.
Mas, afinal, quem estará frágil e desesperado na Ribeira Brava, em São Nicolau e no país? Será o MpD e o seu candidato à Ribeira Brava ou, bem pelo contrário, o PAICV, seus soldados e generais?
Repare-se que o senhor Eduardo Fortes, que foi autor material e falou da fraude eleitoral ocorrida na Covoada, em 2001, é militante, amigo e compincha dos dirigentes do PAICV e não do MpD. E a fraude em Covoada não é nem foi um fantasma. Agora, que mete medo ao PAICV e camaradas, mete medo, sim.
Quem terá sido os mandantes de tal crime? Quem é, afinal, essa gente sem rosto, de balalaica e pano di terra, que não vê a meios para alcançar os fins?
Dizer, pois, como diz o senhor MM, que as declarações do senhor Eduardo Fortes revelam ou demonstram o estado de desespero ou a fragilidade da candidatura do MpD à Ribeira Brava, é o mesmo que dizer que a desvinculação do Luís Pires, da sua condição de militante do PAICV, para candidatar-se, como independente, à Câmara Municipal de S. Filipe, demonstra o desespero da candidatura de Jorge Nogueira e do MpD à Câmara Municipal daquele Concelho.
Isto é, o senhor MM faz o habitual exercício do PAICV - aliás muito comum nos partidos de ideologia estalinista - de transferir os seus medos, traumas e horrores, para os seus adversários.
Pedimos, por isso ao senhor MM (se não é pedir demais a um outro Eduardo) que não utilize o jogo sujo e de baixo nível para justificar o dinheiro que vem recebendo do Estado de Cabo Verde, fruto do trabalho daqueles que labutam arduamente, aqui na terra, para assegurar o sustento de cada dia.
Que conhecimento ou intimidade de nós outros tem o senhor MM, para falar da “nossa querida Ribeira Brava”, da “nossa ilha” ou dos “nossos irmãos do Tarrafal”, nos termos em que se permitiu referir? Só a hipocrisia de um branqueador e falsário de serviço pode justificar tal linguagem. E nem nos venha dizer que, por ter estado aqui em São Nicolau uma vez, à custa do erário parlamentar, a comer lagostas com alguns Camaradas no Tarrafal, tem agora que saldar a dívida, desancando em quem não deve nem participou do banquete.
De facto, a Câmara Municipal, eleita, da Ribeira Brava não é levada ao colo pelo Governo, nem recebe benesses perdulárias de gestores corruptos.
Mas porque o senhor MM, no seu artigo em referência, também fala em competência e em curriculum, ocorre-nos perguntar-lhe:
O que ê que fez, enquanto Primeiro Responsável da JAAC, em S. Vicente, nos anos 70, Ministro da Agricultura, em 2001, Vereador não consumado da Câmara Municipal de SV, mais tarde, Vice-Presidente da Assembleia Nacional e Secretário-Geral do PAICV, até recentemente, para os cabo-verdianos verem ou se lembrarem dele, pela positiva?
Talvez, o epíteto de “sacaninha número um”, como era conhecido em Mindelo, em 75. Por isso, a sua crónica não nos surpreendeu. É pena, todavia, que o tempo e a idade não tenham conseguido amainar essa sua, conhecida apetência pela intriga, maledicência e desinformação.
Só temos a desejar-lhe, para finalizar, rápidas melhoras ou que o seu camarada “Baise“ consiga implementar a hemodiálise em Cabo Verde, para breve, para que ele venha “sisti na lórg”, aqui na Tapadinha, como um “cristõn” qualquer, em vez de estar a escrever da Corte da Internacional Socialista, em Lisboa, à custa do erário público cabo-verdiano e a coberto de benesses dos seus Camaradas, embora Cabo Verde e a classe política precisem de outro tipo de homens.
A Comissão Política Concelhia,
Luís da Graça Morais, Presidente
Precisamente, por se tratar de um ataque virulento, mas estratégica e calculistamente pensado contra o candidato anunciado do MpD, àquele Município, o MpD pensa poder e dever exercer o direito de resposta ao artigo em referência, da mesma maneira que o senhor MM teve e tem o direito, democrático, de se colocar ao lado dos seus apaniguados, do seu Partido e dos seus candidatos e protegidos. Aliás, o senhor MM é dirigente do PAICV e seu Secretário para a Europa. Logo, com responsabilidades da primeira ordem, na condução e actual derrocada do seu Partido.
O MpD compreende, perfeitamente, a frustração e os traumas do senhor MM, possivelmente, resultantes do seu estado de saúde debilitada e periclitante. Porém, nem a doença nem a morbidez, justificam o fel, a hipocrisia e a desinformação destilados por MM, no seu alerta, referido.
Mas, afinal, quem estará frágil e desesperado na Ribeira Brava, em São Nicolau e no país? Será o MpD e o seu candidato à Ribeira Brava ou, bem pelo contrário, o PAICV, seus soldados e generais?
Repare-se que o senhor Eduardo Fortes, que foi autor material e falou da fraude eleitoral ocorrida na Covoada, em 2001, é militante, amigo e compincha dos dirigentes do PAICV e não do MpD. E a fraude em Covoada não é nem foi um fantasma. Agora, que mete medo ao PAICV e camaradas, mete medo, sim.
Quem terá sido os mandantes de tal crime? Quem é, afinal, essa gente sem rosto, de balalaica e pano di terra, que não vê a meios para alcançar os fins?
Dizer, pois, como diz o senhor MM, que as declarações do senhor Eduardo Fortes revelam ou demonstram o estado de desespero ou a fragilidade da candidatura do MpD à Ribeira Brava, é o mesmo que dizer que a desvinculação do Luís Pires, da sua condição de militante do PAICV, para candidatar-se, como independente, à Câmara Municipal de S. Filipe, demonstra o desespero da candidatura de Jorge Nogueira e do MpD à Câmara Municipal daquele Concelho.
Isto é, o senhor MM faz o habitual exercício do PAICV - aliás muito comum nos partidos de ideologia estalinista - de transferir os seus medos, traumas e horrores, para os seus adversários.
Pedimos, por isso ao senhor MM (se não é pedir demais a um outro Eduardo) que não utilize o jogo sujo e de baixo nível para justificar o dinheiro que vem recebendo do Estado de Cabo Verde, fruto do trabalho daqueles que labutam arduamente, aqui na terra, para assegurar o sustento de cada dia.
Que conhecimento ou intimidade de nós outros tem o senhor MM, para falar da “nossa querida Ribeira Brava”, da “nossa ilha” ou dos “nossos irmãos do Tarrafal”, nos termos em que se permitiu referir? Só a hipocrisia de um branqueador e falsário de serviço pode justificar tal linguagem. E nem nos venha dizer que, por ter estado aqui em São Nicolau uma vez, à custa do erário parlamentar, a comer lagostas com alguns Camaradas no Tarrafal, tem agora que saldar a dívida, desancando em quem não deve nem participou do banquete.
De facto, a Câmara Municipal, eleita, da Ribeira Brava não é levada ao colo pelo Governo, nem recebe benesses perdulárias de gestores corruptos.
Mas porque o senhor MM, no seu artigo em referência, também fala em competência e em curriculum, ocorre-nos perguntar-lhe:
O que ê que fez, enquanto Primeiro Responsável da JAAC, em S. Vicente, nos anos 70, Ministro da Agricultura, em 2001, Vereador não consumado da Câmara Municipal de SV, mais tarde, Vice-Presidente da Assembleia Nacional e Secretário-Geral do PAICV, até recentemente, para os cabo-verdianos verem ou se lembrarem dele, pela positiva?
Talvez, o epíteto de “sacaninha número um”, como era conhecido em Mindelo, em 75. Por isso, a sua crónica não nos surpreendeu. É pena, todavia, que o tempo e a idade não tenham conseguido amainar essa sua, conhecida apetência pela intriga, maledicência e desinformação.
Só temos a desejar-lhe, para finalizar, rápidas melhoras ou que o seu camarada “Baise“ consiga implementar a hemodiálise em Cabo Verde, para breve, para que ele venha “sisti na lórg”, aqui na Tapadinha, como um “cristõn” qualquer, em vez de estar a escrever da Corte da Internacional Socialista, em Lisboa, à custa do erário público cabo-verdiano e a coberto de benesses dos seus Camaradas, embora Cabo Verde e a classe política precisem de outro tipo de homens.
A Comissão Política Concelhia,
Luís da Graça Morais, Presidente
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